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24/07/2012 - 10h05m

Governo estuda investir em rota ecológica

Estrada Parque se estenderá por 23km de praias em três municípios do litoral norte do Estado; projeto conta com a participação de cinco secretarias estaduais

Governo estuda investir em rota ecológica

Modelo de rota ecológica no Litoral Norte

Desenvolvimento planejado de turismo local diferenciado e ecologicamente correto, com rodovia contemplativa, iluminação por meio de energia solar e infraestrutura social e de serviços, com saúde, segurança e educação para as comunidades. Esses são os objetivos do Governo de Alagoas para a implantação do Projeto Integrado de Desenvolvimento Turístico da Região Norte.

A Estrada Parque Rota Ecológica corresponde ao trecho de 23km de praias do litoral norte do Estado entre os municípios de Passo do Camaragibe e Porto de Pedras.

O projeto resulta da união entre as secretarias de Estado da Infraestrutura (Seinfra), do Turismo (Setur), da Saúde (Sesau), da Defesa Social (Seds) e da Cultura (Secult).

Acreditando no potencial turístico diferenciado da região, as secretarias pretendem contemplar povoados que margeiam a rodovia AL-101 Norte, no trecho que não é convencionalmente utilizado em viagens rápidas pelo litoral, por abranger núcleos urbanos com modo de vida simples e estradas estreitas.

A Rota Ecológica terá início na foz do Rio Camaragibe, no distrito da Barra de Camaragibe, passando por sítios de coqueiros no município de São Miguel dos Milagres e indo até a foz do Rio Manguaba, no município de Porto de Pedras. De acordo com o secretário adjunto de Obras, Transporte e Logística da Seinfra, Manoel Messias Costa, a ideia é proporcionar a infraestrutura necessária para o acesso eficiente e seguro, mas que se harmonize com o meio urbano em que deve ser inserido.

“São locais com pequenas pousadas de charme, que se integram à realidade local, com o treinamento e a utilização da mão de obra nativa. Não queremos acelerar o desenvolvimento desses povoados com a construção de estradas de velocidade, mas proporcionar um desenvolvimento planejado, com foco num turismo diferenciado, que deve aderir ao modo de vida que ali existe”, avalia Messias.

A infraestrutura social e de serviços prevista no projeto inclui postos de policiamento, Unidades de Pronto Atendimento (UPA), videomonitoramento de segurança, sistema de comunicação, ciclovia, heliporto, sinalização rodoviária e turística, ancoradouros de balsas, mirantes e iluminação diferenciada.

O empreendimento inclui a parceria com instituições de educação profissionalizante, a implantação da estrutura física do Centro de Referência e Pesquisa do Peixe Boi e o saneamento básico de todos os povoados do trecho, com abastecimento de água, esgotamento sanitário e destino ideal para resíduos sólidos.

Segundo o secretário da Infraestrutura, Marco Fireman, o Banco Interamericano de Desenvolvimento (BID) mostrou interesse em investir no financiamento do projeto. “O projeto, ainda em fase de elaboração, foi apresentado ao BID e deve ser inserido na Carta Consulta do empréstimo que está sendo trabalhado pela Secretaria do Planejamento junto ao próprio banco”, explica Fireman.

De acordo com a secretária do Turismo, Danielle Novis, a Setur está finalizando o Plano Diretor Integrado de Turismo, que deve promover a região. “A construção do Plano Diretor proporcionará o desenvolvimento ecológico sustentável da região e a fomentará enquanto destino turístico”, explica Danielle Novis.

Texto: Juliana Duarte

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